Eu vivo a vida sempre a alta velocidade. Sou muito ansiosa. Quero fazer tudo num dia só. O meu universo não aceita espaços vazios. A idade ajuda-nos a perceber muita coisa e o tempo é uma delas. Começamos a ver aqueles que nascem e crescem aos nossos olhos. Os que partem sem avisar e aqueles que definham mesmo à nossa frente. Parece que a vida não pára nunca. E não pára mesmo. Ela corre a uma velocidade estonteante que eu jamais serei capaz de acompanhar. O melhor a fazer é abrandar o ritmo e dar mais importância a pequenas coisas e desfrutar e degustar cada momento, porque um dia será o último. Se eu for sempre a mesma não tem piada, nem para mim nem para quem comigo convive. Acho que quero continuar a ser autêntica. A fazer acontecer a minha própria vida - o meu filme.
Número total de visualizações de páginas
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Viver a vida
Ontem encontrei-me com uma pessoa que já não via e falava pessoalmente há, mais ou menos, seis anos. A vida continuou, para ambas as partes, e há um ano encontramo-nos no facebook e por aí ficamos. Agora que nos encontramos parece que o tempo não passou. Mas passou e muito. Continuamos os mesmos, embora com mais histórias na vida e algumas mudanças. Falamos, revimos fotos daquele tempo e comentamos algumas das vidas e de mortes que entretanto aconteceram. Acabou por ser um momento de reflexão.
Eu vivo a vida sempre a alta velocidade. Sou muito ansiosa. Quero fazer tudo num dia só. O meu universo não aceita espaços vazios. A idade ajuda-nos a perceber muita coisa e o tempo é uma delas. Começamos a ver aqueles que nascem e crescem aos nossos olhos. Os que partem sem avisar e aqueles que definham mesmo à nossa frente. Parece que a vida não pára nunca. E não pára mesmo. Ela corre a uma velocidade estonteante que eu jamais serei capaz de acompanhar. O melhor a fazer é abrandar o ritmo e dar mais importância a pequenas coisas e desfrutar e degustar cada momento, porque um dia será o último. Se eu for sempre a mesma não tem piada, nem para mim nem para quem comigo convive. Acho que quero continuar a ser autêntica. A fazer acontecer a minha própria vida - o meu filme.
Eu vivo a vida sempre a alta velocidade. Sou muito ansiosa. Quero fazer tudo num dia só. O meu universo não aceita espaços vazios. A idade ajuda-nos a perceber muita coisa e o tempo é uma delas. Começamos a ver aqueles que nascem e crescem aos nossos olhos. Os que partem sem avisar e aqueles que definham mesmo à nossa frente. Parece que a vida não pára nunca. E não pára mesmo. Ela corre a uma velocidade estonteante que eu jamais serei capaz de acompanhar. O melhor a fazer é abrandar o ritmo e dar mais importância a pequenas coisas e desfrutar e degustar cada momento, porque um dia será o último. Se eu for sempre a mesma não tem piada, nem para mim nem para quem comigo convive. Acho que quero continuar a ser autêntica. A fazer acontecer a minha própria vida - o meu filme.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário