Tipicamente, os ricos são olhados, pela maioria das pessoas, de lado.
Somos ensinados assim: a não olhar com bons olhos quem tem dinheiro e, muito
pior, para quem o demonstra. O dinheiro aparece como algo sujo e mau. Criticamos
quem tem dinheiro, quem é bem-sucedido e questionamos sempre o que fazem para o
conseguir e, muitas vezes, até se duvida sobre a sua proveniência. Devíamos olhar
com admiração e tentar aprender com essas pessoas talentosas e que, na maioria
dos casos, conseguiram vingar e começar do zero. Devíamos preocupar-nos, agora,
em olhar com atenção para alguns erros que os milionários não
cometem,
de modo a ajudar-nos a refletir para que possamos atingir esse patamar (ou pelo
menos chegar a esse caminho).
Eu tenho por hábito dizer: quanto mais alto sonhamos, mais
alto chegamos. Porque devo ambicionar um mercedes se posso sonhar com um Ferrari?
Porque sonhar com uma viagem a Paris se posso imaginar-me nas Seychelles?
Detesto pessoas que dizem não gostar de coisas (para a
maioria inalcançáveis) só porque não as podem comprar. Claro que não gostam,
não têm dinheiro para as pagar. Eu adoro tudo o que é para milionário, só não
tenho porque não tenho dinheiro (ainda). Há que admitir as fraquezas, admirar as
pessoas que conseguem um patamar desses e tentar aprender com elas.
Já li muito sobre o assunto e existem algumas regras de ouro:
trabalhar naquilo que se gosta, aprender com os erros, ser persistente,
aprender com os eros e poupar. Já dizia a minha avó: “do poupar é que
vai o ganho”.


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